domingo, 10 de fevereiro de 2013

Temperatura e o conforto com o ar condicionado automotivo

Cada pessoa respira cerca de 10 mil litros de ar por dia e passa 85% dele dentro de ambientes considerados fechados, estes podem ser normalmente climatizados, como lojas, hospitais, escritórios, academias, bancos, carros, residências, entre outros. Sendo assim, a maioria das pessoas não sabem diferenciar quando o ambiente está agradável e saudável, ou quando o ar está ruim ou poluído e que pode causar mal à saúde, fatos estes que acontecem por se tratarem de pessoas leigas no assunto.


Quando o assunto é climatização do ar condicionado automotivo e o ambiente confortável, a temperatura normal média utilizada deve ser de 23ºC, o que permite uma umidade relativa do ar em torno 53%, considerada ideal para a saúde. Mas, se nos referimos e pensarmos em 18ºC, é temperatura de câmara fria, posso afirmar que o ambiente estará gelado, observado acima do necessário, e com umidade do ar inadequada, o que não é recomendável a saúde.




Muitas vezes a temperatura de um ambiente pode estar agradável, o que muitas vezes causam a sensação de conforto, mas isso não quer dizer que o ar esteja saudável. Vários são os requisitos a serem observados: a difusão do ar está alta? Se for possível sentir o ar com vento tocando a pele, provavelmente sim, e isto não faz bem à saúde e não é agradável; pouca difusão do ar, o aparelho mesmo estando ligado, mas o ambiente não refrigera ou esfria, pode ser sujeira; o cheiro está desagradável, pode ser falta de reparos; estes entre outros sinais podem ser notados por pessoas leigas. Mas às vezes com uma simples e rápida análise é possível detectar problemas com manutenção de um sistema, basta observar e verificar no aparelho ou na saída do ar se o difusor de ar, o filtro e a grelha de retorno estão limpos ou sujos.


Além dos aspectos considerados e relacionados à saúde, como ar que não é filtrado e poluído contaminado com fungos e bactérias, tem o fator de um maior gasto e desperdicio de energia, que ocorre normalmente com uso do equipamento com defeito ou de maneira errada.


Possíveis fontes de poluentes biológicos no ambiente

 Agentes biológicos Principais fontes em ambientes interiores Principais ações de correção em ambientes interiores

Bactérias
Depósitos com água estagnada,
torres de resfriamento, bandejas de condensado, umidificadores, serpentinas de condicionadores de ar e superfícies úmidas e quentes.
Realizar a manutenção e a conservação das torres de resfriamento; higienizar os reservatórios e bandejas de condensado ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes; eliminar as infiltrações; higienizar as superfícies.

Fungos
Lugares úmidos e demais fontes de multiplicação fúngica, como materiais porosos orgânicos úmidos, forros, paredes e isolamentos úmidos; ar externo, interior de condicionadores e dutos sem manutenção, vasos de terra com plantas.Verificar e corrigir a umidade ambiental; manter sob controle rígido vazamentos, infiltrações e condensação de água; higienizar os ambientes e componentes do sistema de climatização ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes; eliminar materiais porosos contaminados; eliminar ou restringir vasos de plantas com cultivo em terra, ou substituir pelo cultivo em água (hidroponia); utilizar filtros G-1 na renovação do ar externo.

Protozoários
Reservatórios de água contaminada, bandejas e umidificadores de condicionadores sem manutenção. Higienizar o reservatório ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes.

Vírus

Hospedeiro humano.
Observar o número de ocupantes por m2 de área com aumento da renovação de ar.; evitar a presença de pessoas infectadas nos ambientes climatizados

Algas
Torres de resfriamento e bandejas de condensado. Higienizar os reservatórios e bandejas de condensado ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes.

Pólen

Ar externo.
 Manter filtragem e troca do filtro anti-polén em dia de acordo com NBR-6401 da ABNT

Artrópodes

Poeira caseira.
Higienizar as superfícies fixas e mobiliário, especialmente os revestidos com tecidos e tapetes; restringir ou eliminar o uso desses revestimentos.

Animais

Roedores, morcegos e aves.
Restringir o acesso, controlar os roedores, os morcegos, ninhos de aves e respectivos excrementos .




terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Causas de doenças com a falta de manutenção no ar condicionado do carro

No sistema do ar condicionado automotivo o filtro de ar é responsável por bloquear a entrada de impurezas do ar externo. Se você vai rodar em uma estrada de terra, é claro que o filtro deve ser substituído com mais frequência, os fabricantes recomendam a troca do filtro a cada 6 meses ou 10000Km.

Os principais problemas que ocorrem com a falta da manutenção no ar condicionado automotivo originam-se de fungos, bactérias e ácaros que proliferam, além de partículas de poeira que se acumulam em aparelhos de ar condicionado sem limpeza periódica, podem causar infecções e agravar alergias respiratórias, tais como rinite e asma, e infecções, como pneumonia e pneumonite.

O ar condicionado do carro ligado por muito tempo em um ambiente fechado diminui a umidade do ar. Dessa forma acontece o ressecamento das vias aéreas, provocando irritação no nariz e garganta, além de facilitar o agravamento de doenças respiratórias, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica.



A poeira que fica introduzida entre as aletas diminui o fluxo de ar que passa pelo evaporador, diminuindo a troca de calor do ar com o gás refrigerante que passa dentro do evaporador.

Com a queda da troca de calor, o ar estará circulando com mais vezes através do evaporador para perder o calor e diminuir de temperatura. Esse crescimento no número de passagens do ar resultará em um maior gasto de energia pois o compressor ficará funcionando mais tempo.

Ajuste da temperatura, renovação do ar e limpeza frequente do sistema são fatores essenciais para garantir um ambiente termicamente agradável, saudável e econômico. o ar condicionado pode ser símbolo de conforto nos dias de calor; sem cuidados e manutenção ele pode ser fonte de inúmeras doenças.


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Higienização por meio da Oxi-sanitização no ar condicionado automotivo

Podemos considerar a higienização por meio da Oxi-sanitização o procedimento mais eficaz e importante em relação a higienização dentro do sistema de ar condicionado do carro e na cabine do automóvel, esse serviço faz uso do gás Ozônio e onde executa a eliminação dos odores desagradáveis, como por exemplo cheiro de cigarro, vômitos ou bebidas alcoólicas, eliminando as bactérias, fungos, vírus, mofos etc...

No serviço de higienização o gás Ozônio é um gás natural, que existe na estratosfera. sua função esta relacionada a criar uma camada, tornando-se um filtro, que protege os seres vivos dos raios solares.
O Ozônio possui um odor característico e é incolor em baixas concentrações. Sua constituição a partir do oxigênio das nuvens eletrizadas em tempestades possuem o ozônio onde o Oxigênio + descargas elétricas = Ozônio (Efeito-Corona).

O Ozônio é responsável pela ação de purificar o ar depois de uma chuva, renovando e deixando aquela sensação de ar puro e limpo. O Ozônio é tido como um dos mais poderosos oxidantes e é usado para tratar ar, água e efluentes.

O resultado final da oxidação do Ozônio com alguma matéria orgânica em um microorganismo, como uma bactéria, por exemplo, é a produção de oxigênio. sendo assim, a tecnologia de ozonização é uma tecnologia limpa. O Ozônio é constituído a partir do oxigênio e após a oxidação de qualquer microorganismo, retorna a Oxigênio.

Depois da execução da higienização do ar condicionado automotivo foram realizada verificações microbiológicas e pode-se observar que os números de bolores e leveduras se mantiveram abaixo das exigências da Anvisa e com índice bacteriano entre o interior e o exterior do veículo menor que 1,5 recomendado pela Anvisa. Os níveis de ozônio calculado após os 30 minutos foram de 10 ppm.

O objetivo principal esta relacionado a qualidade do ar dentro do veículo, prevenindo riscos à saúde dos ocupantes de ambientes climatizados, em face da ampla e constante utilização de sistemas de climatização e a permanência prolongada nos mesmos.


Estando em um ambiente fechado e muitas vezes com o ar condicionado funcionando, o ar que estar em várias áreas do veículo pode se transformar em um difusor de vírus, bactérias e fungos que se desenvolvem e se multiplicam pelo sistema de ar e se espalham por todo ambiente e muitas vezes causando mau cheiro.
Dessa forma, a umidade, restos de resíduos, alimentos e a poluição externa contribuem mais e mais para a proliferação destes microrganismos. Entre eles bactérias e fungos que provocam doenças alérgicas e respiratórias como rinite, asma e pneumonia, seguindo essa linha também os microrganismos que provocam resfriados, faringites, bronquites, pneumonias ou reações asmáticas.

higienização do ar condicionado automotivo

Serviço de higienização por oxi-sanitização do ar condicionado automotivo de habitáculo e higienização do equipamento de ar condicionado de veículos é considerado uma solução eficiente de grande importância em serviços de sanitização do ar condicionado automotivo, onde de forma completa realiza a eliminação de toda sorte de contaminação e ou odores indesejáveis provocados por fungos, bactérias, vírus, leveduras e microrganismos respectivamente, é referenciado pela ação de partículas de oxigênio ionizado e ozônio, sendo que para garantir total qualidade do serviço final realizado, especialmente para veículos providos de equipamento de ar condicionado , é feito além de um fluxo geral destas partículas de oxi-sanitização, um fluxo adjacente de entrada e um fluxo adjacente de saída que se movimenta  no interior do equipamento de ar condicionado, eliminando qualquer vestígio de contaminação deste, evitando assim uma contaminação do habitáculo.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ar condicionado automotivo, segurança nos veículos

Nos dias atuais tem se tornado item obrigatório de segurança e conforto nos veículos leves de passeio, bem como nos veículos pesados de carga.Alem do conforto oferece  também a segurança do ocupante. Isso é explicado pelo fato de que os vidros são mantidos fechados, diminuindo furtos e incomodos por terceiros e o estresse térmico do motorista, aumentando consequentemente seu nível de atenção no trânsito.

Muitos estudiosos descrevem que o estresse térmico como “o resultado de condições microclimáticas incompátiveis que requerem a intervenção do sistema termorregulador” pode levar à morte, se à exposição a um ambiente quente ou frio for excessiva. O sistema de ar condicionado automotivo funciona conforme um ciclo de refrigeração, e por isso é necessário o fornecimento de trabalho e e eficiência ao sistema.



Convencionalmente, tal serviço é introduzido ao sistema através do compressor, que é obtido pela transferência de energia do motor de combustão interna do veículo. O serviço executado pelo compressor do ar condicionado automotivo no ciclo de refrigeração a compressão de vapor interfere  num aumento do consumo de combustível pelo motor de combustão interna dos automóveis, afetando a eficiência e evolução global do mesmo. Além do aumento de consumo de combustível, existe uma diminuição na potência disponível para o movimento do veículo. A não existência de dispositivos que contribuem o redirecionamento de potência em condições péssima  de uso dos veículos, tais como aceleração em ultrapassagem pode representar perigo real para a vida do motorista e ocupantes em veículos compactos de potência inferior. A transposição de tais obstáculos pode ser alcançada através de diversos caminhos: otimização da eficiência do ciclo de refrigeração, redução de custos dos processos de manufatura e custos de matéria prima.

Observando  o sistema de refrigeração automotiva possibilita atender aos requisitos de conforto térmico, estudos ergonômicos, segurança e aumento do nível de atenção do motorista ao transportar veículos leves e pesados. O princípio de funcionamento do sistema de refrigeração veicular é baseado no ciclo de compressão do vapor, que permite a refrigeração do ar existente no habitáculo do automóvel. Foram concluídos  estudos sobre os parâmetros de operação de um sistema de ar condicionado automotivo convencional baseado no ciclo de compressão de vapor termodinâmico, bem como na análise de desenvolvimento de cada componente da capacidade de potências térmicas. Todo o estudo prático é utilizado  na unidade de condicionamento de auto T66D que simula as reais condições térmicas do sistema, do habitáculo e do ar externo ao veículo, com o objetivo de detectar possíveis defeitos em determinados equipamentos do sistema de ar condicionado automotivo e proporciona melhorias que garantam a eficiência deste.

Essa ilustração é possível através da regulagem do ambiente interno do habitáculo por meio da instalação de um termopar, e do controle do ar externo ao veículo, com tais condições foi possível avaliar os conceitos teóricos da refrigeração veicular. Os resultados experimentais obtidos mostraram que todos os componentes do sistema contribuem para se chegar a uma eficiência geral podendo assim, através de cálculos e dados de comparação encontrar o componente ineficiente no sistema.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Dicas sobre limpeza do sistema de ar condicionado automotivo

Hoje em dia é muito importante ter conhecimento sobre o funcionamento do ar condicionado do carro pois e dele que vem o ar que respiramos dentro do veículo. Existe uma limpeza do sistema de ar condicionado automotivo que é conhecida como Flushing essa limpeza completa do sistema e o seu procedimento utiliza a remoção completamente do óleo e os contaminantes das paredes internas dos tubos e mangueiras do sistema de ar condicionado automotivo devido à deterioração dos equipamentos como o compressor e o filtro acumulador secador, que são os que maiores causadores desse tipo de problema.
Ela é importante também em veículos mais antigos, com ineficiência no funcionamento do sistema, mesmo que devidamente abastecidos de fluido refrigerante (R-12 ou R-134ª). No sistema de refrigeração, o compressor necessita de lubrificantes especiais para atenuar o desgaste das partes móveis internas. Na linha automotiva a quantidade deste óleo varia de 140 a 500ml.
Em algumas situações ou condições de trabalho esse lubrificante pode contaminar-se. Considera-se contaminado se for exposto à umidade e limalhas oriundas do desgaste interno do compressor. Para "lavar", ou seja, retirar totalmente este lubrificante contaminado é preciso um fluido, um solvente capaz de misturar-se e dissolver o óleo, deixando-o menos viscoso e com alta fluidez.
Assim é recomendado utilizar o fluido R- 141B, que pode ser utilizado no estado líquido à temperatura ambiente, facilitando muito seu manuseio e a eficiência de limpeza.

Limpeza no ar condicionado automotivo.
Existe algumas máquinas específicas e de alta tecnologia que executam a tarefa de limpeza com sucesso, porém o investimento não é dos mais baratos por isso só são encontradas em centros automotivos de qualidade ou oficinas mecânicas de qualidade.
Uma das opções para esse serviço são ferramentas compostas de reservatório para o fluido, com mangueiras e aplicador ou ainda uma solução mais simples, uma garrafa PET com uma mangueira fina e conexões apropriadas. Todas essas opções trabalham com o mesmo objetivo e o mesmo princípio.

Flushing manual.
Na execução do Flushing manual, os caminhos devem ser abertas para facilitar o acesso e diminuir a perda de carga durante a lavagem, pois quanto mais rápido passar o fluido de limpeza, mais arrasto este proporcionará. O filtro secador e o compressor não passa pelo processo de limpeza. O filtro (acumulador/secador) deve ser substituído. O compressor será substituído ou caso seja reutilizado, deverá ser feita substituição do óleo.
O condensador com o filtro secador interno, do tipo cartucho, se não existir o filtro cartucho para venda separada, recomenda-se a troca completa do condensador. Isso deve ser considerado num orçamento, pois a variação de preço entre trocar ou não trocar um condensador é alta.

Os itens como: mangueira, trecho de tubulação, condensador e evaporador devem ser limpos separadamente. Ao iniciar a limpar o evaporador o correto é efetuar a retirada da válvula de expansão. Em alguns veículos ela fica alojada em locais de difícil acesso, como dentro do painel, por exemplo. Assim nesses casos é importante a remoção do painel, sempre fazendo a passagem do fluido nos dois sentidos (fluxo e contra fluxo ou retro lavagem).

Se não for modificada, a válvula de expansão pode dificultar e até comprometer a limpeza. Se o sistema possuir tubo de expansão, este deve ser limpo ou substituído. Em alguns casos, para a limpeza do evaporador e válvula de expansão, deve ser orçada a remoção do painel, pois o serviço de limpeza do sistema pode ser em vão, considerando o evaporador repleto de óleo contaminado e a válvula de expansão travada devido às impurezas internas.

Em cada componente devem-se aplicar alguns mililitros de fluido R-141B, como por exemplo, em um condensador. Em cada aplicação, cerca de 250ml de R-141B de cada vez, por diversas vezes, até o fluido sair completamente limpo (por ambos os lados, entrada e saída). A cada aplicação de fluido, devese comprimi-lo com nitrogênio a uma pressão de pelo menos 10bar (140psi), que irá ocasionar o arrasto do fluido e o óleo com alta velocidade pelo interior da tubulação. Chega-se a utilizar de 1 a 10litros de fluido refrigerante R-141B numa lavagem completa, dependendo do estado do sistema e de seu acesso. Esse serviço deve ser repetido por diversas vezes, o suficiente até o fluido sair completamente limpo na outra extremidade.
limpeza do sistema de ar condicionado carro

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Fuga de gás no ar condicionado automotivo

Um dos problemas mais comum quando falamos do sistema de ar condicionado automotivo é o vazamento, existe um equipamento que é utilizado para identificar a fuga de gás sendo  possível apontar em qual parte do sistema o vazamento se destaca ou ainda com uso de detergente. Quando indicada o vazamento na região de acoplamento da caixa de ar, fazer a retirada da mesma e analisar o conjunto evaporador sem desmontá-lo fazendo o teste de estanqueidade, utilizando gás nitrogênio para não contaminar o sistema e visualizar em qual ponto do conjunto/peça manifesta o vazamento. Aplicação Contraste: líquido colocado no sistema do ar condicionado, juntamente com o gás refrigerante para verificar vazamentos. No local do vazamento ficara uma mancha facilitando a sua localização com o uso de lâmpada ultravioleta e óculos adequados para a detecção do vazamento.



O conjunto evaporador é composto de:
Evaporador;
Tubo de entrada e saída de gás;
Válvula de expansão;
Anéis o-ring

Se identificado que o vazamento é nas conexões do conjunto evaporador/ tubo/válvula de expansão, verificar integridade dos anéis o-ring, se não estão deformados ou danificados.
Verificação de possível vazamento de ar quente:

Verificar se a portinhola de vedação do ar quente não está quebrada no encaixe do link, parte externa da caixa no lado direito, conforme mostrado na foto ao lado.

Verificar se o botão do comando do ar quente da caixa está completando curso ou se não está aberto.
Foto 01: Situação o.k., todo fechado, não permite a passagem de ar quente. Foto 02: Sistema de ar quente aberto, não permite que o ar condicionado refrigere, pois ocorre a mistura de ar quente com frio.

Blog de k2arcondicionado : K2 Ar Condicionado automotivo, Vazamento de gás no ar condicionado automotivo

Verificar se a entrada de ar externo (recirculador) não está aberta permitindo que o eletroventilador da caixa de ar sugue o ar quente dispersado pelo eletroventilador do sistema de arrefecimento do motor Para uma boa performance do ar condicionado automotivo o botão do recirculo deve estar na posição fechado, recirculando apenas o ar dentro do habitáculo, não permitindo que o ar externo entre.
Verificar se o cabo do comando do ar quente não está solto, danificado ou fora da posição de montagem original na base do comando, ou a presilha de fixação da carcaça da caixa de ar solta.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O que é um radiador e um termostato

Um componente importante no sistema de arrefecimento, o radiador é um trocador de calor ele é constituído por uma porção de cavidades. no seu interior passa a água quente e por fora o ar. O ar está frio e esfria a água. Os radiadores são constituídos em diversos estilos, mas a única diferença que existe mesmo é o tipo de célula de água que se utiliza. Sempre a água passa por um lado da célula e o ar, pelo outro.

Nesse sistema existe um tipo de radiador chamado colméia (ninho de abelha), nome que recebeu por causa do seu formato. Outro tipo de radiador é o que é constituído por tubos com aletas. Os tubos de água passam através de uma série de lâminas, denominadas aletas.

Na maioria das vezes, o mecânico de automóvel não é solicitado para fazer reparos complexos no radiador. Esses reparos exigem equipamentos especiais para trabalho com chapa de metal,tais como solda a oxigênio, ferro de soldar, medidor de pressão e tanque.

Dessa forma, não se trata de serviço difícil, mas exige um equipamento que não compensa a uma oficina ter, a menos que exista bastante serviço relacionado com seu emprego. Convém, por isso, nesses casos, entregar o serviço a uma oficina mecânica especializada, que só trabalhe com esse tipo de serviço e que, por conseguinte, tenha todo o equipamento necessário.

Termostato no sistema de arrefecimento

Nota-se que há uma temperatura boa para o motor trabalhar. Se o motor superaquece, há risco de "engripamento". Se o motor está frio, a carburação não se processa adequadamente e a combustão não é boa. Quando o motor trabalha na temperatura certa,tudo transcorre normalmente e o rendimento é satisfatório.

No caso do resfriamento, um aperfeiçoamento adicional que se faz é colocar as peças no circuito de refrigeração. Sua finalidade é controlar melhor a temperatura da água,para que ela trabalhe o mais possível na temperatura desejada. Essa peça se chama termostato (ou válvula termostática ), nome que significa "temperatura estabilizada". Na verdade, ele não mantém a temperatura invariável, mas permite a variação numa faixa de temperaturas boas para o motor.

O termostato opera quando a água de resfriamento está muito fria. Nesse caso. O termostato fecha a passagem de água que vai para o radiador e obriga a água a voltar para o motor. Resultado: a água não será resfriada; pelo contrário, será aquecida mais depressa. Quando a temperatura da água atinge o valor desejado, o termostato abre a passagem do radiador. A água então vai para o radiador, onde é resfriada, e a temperatura se mantém.

O termostato é basicamente de uma sanfona e uma válvula. Quando dizemos sanfona é porque a peça possui mesmo esse formato, como o de um acordeon, que pode esticar e encolher, conforme entre ou saia ar. Dentro do termostato existe um líquido, que se vaporiza quando a temperatura da água atinge o valor desejado.

Existe termostato no qual está marcado o número 70. Significa que esse termostato abre quando a temperatura da água está por volta desse valor (68ºC a 72ºC) e deve estar totalmente aberto, quando a temperatura atinge 78ºC. Um termostato marcado com número 80 significa que abre por volta desse valor (78ºC a 82ºC) e deve estar totalmente aberto, quando a temperatura atinge 90ºC. Quando a temperatura atinge o valor a que nos referimos, o líquido que está dentro da sanfona vaporiza, ou seja, se torna vapor. Como resultado, a sanfona se estica e abre a válvula que dá passagem a água. Mais tarde,quando se desligar o motor e a água tornar a esfriar-se, o vapor dentro do termostato novamente virará líquido e a sanfona encolherá, fechando a passagem da água.

Para testar um termostato leve o seu veículo a uma oficina mecânica, lá coloque-o dentro de um recipiente com água a 17ºC , aproximadamente. Agite a água, para que a temperatura fique uniforme. O termostato deve estar então completamente fechado. A seguir, aqueça-o num banho até a temperatura indicada no próprio termostato. Agite a água, para que a temperatura fique uniforme. O termostato deve estar então completamente aberto. Se o termostato não comportar adequadamente, substitua-o por um novo, com as mesmas características serviço que um centro automotivo pode executar muito bem..