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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Dicas sobre limpeza do sistema de ar condicionado automotivo

Hoje em dia é muito importante ter conhecimento sobre o funcionamento do ar condicionado do carro pois e dele que vem o ar que respiramos dentro do veículo. Existe uma limpeza do sistema de ar condicionado automotivo que é conhecida como Flushing essa limpeza completa do sistema e o seu procedimento utiliza a remoção completamente do óleo e os contaminantes das paredes internas dos tubos e mangueiras do sistema de ar condicionado automotivo devido à deterioração dos equipamentos como o compressor e o filtro acumulador secador, que são os que maiores causadores desse tipo de problema.
Ela é importante também em veículos mais antigos, com ineficiência no funcionamento do sistema, mesmo que devidamente abastecidos de fluido refrigerante (R-12 ou R-134ª). No sistema de refrigeração, o compressor necessita de lubrificantes especiais para atenuar o desgaste das partes móveis internas. Na linha automotiva a quantidade deste óleo varia de 140 a 500ml.
Em algumas situações ou condições de trabalho esse lubrificante pode contaminar-se. Considera-se contaminado se for exposto à umidade e limalhas oriundas do desgaste interno do compressor. Para "lavar", ou seja, retirar totalmente este lubrificante contaminado é preciso um fluido, um solvente capaz de misturar-se e dissolver o óleo, deixando-o menos viscoso e com alta fluidez.
Assim é recomendado utilizar o fluido R- 141B, que pode ser utilizado no estado líquido à temperatura ambiente, facilitando muito seu manuseio e a eficiência de limpeza.

Limpeza no ar condicionado automotivo.
Existe algumas máquinas específicas e de alta tecnologia que executam a tarefa de limpeza com sucesso, porém o investimento não é dos mais baratos por isso só são encontradas em centros automotivos de qualidade ou oficinas mecânicas de qualidade.
Uma das opções para esse serviço são ferramentas compostas de reservatório para o fluido, com mangueiras e aplicador ou ainda uma solução mais simples, uma garrafa PET com uma mangueira fina e conexões apropriadas. Todas essas opções trabalham com o mesmo objetivo e o mesmo princípio.

Flushing manual.
Na execução do Flushing manual, os caminhos devem ser abertas para facilitar o acesso e diminuir a perda de carga durante a lavagem, pois quanto mais rápido passar o fluido de limpeza, mais arrasto este proporcionará. O filtro secador e o compressor não passa pelo processo de limpeza. O filtro (acumulador/secador) deve ser substituído. O compressor será substituído ou caso seja reutilizado, deverá ser feita substituição do óleo.
O condensador com o filtro secador interno, do tipo cartucho, se não existir o filtro cartucho para venda separada, recomenda-se a troca completa do condensador. Isso deve ser considerado num orçamento, pois a variação de preço entre trocar ou não trocar um condensador é alta.

Os itens como: mangueira, trecho de tubulação, condensador e evaporador devem ser limpos separadamente. Ao iniciar a limpar o evaporador o correto é efetuar a retirada da válvula de expansão. Em alguns veículos ela fica alojada em locais de difícil acesso, como dentro do painel, por exemplo. Assim nesses casos é importante a remoção do painel, sempre fazendo a passagem do fluido nos dois sentidos (fluxo e contra fluxo ou retro lavagem).

Se não for modificada, a válvula de expansão pode dificultar e até comprometer a limpeza. Se o sistema possuir tubo de expansão, este deve ser limpo ou substituído. Em alguns casos, para a limpeza do evaporador e válvula de expansão, deve ser orçada a remoção do painel, pois o serviço de limpeza do sistema pode ser em vão, considerando o evaporador repleto de óleo contaminado e a válvula de expansão travada devido às impurezas internas.

Em cada componente devem-se aplicar alguns mililitros de fluido R-141B, como por exemplo, em um condensador. Em cada aplicação, cerca de 250ml de R-141B de cada vez, por diversas vezes, até o fluido sair completamente limpo (por ambos os lados, entrada e saída). A cada aplicação de fluido, devese comprimi-lo com nitrogênio a uma pressão de pelo menos 10bar (140psi), que irá ocasionar o arrasto do fluido e o óleo com alta velocidade pelo interior da tubulação. Chega-se a utilizar de 1 a 10litros de fluido refrigerante R-141B numa lavagem completa, dependendo do estado do sistema e de seu acesso. Esse serviço deve ser repetido por diversas vezes, o suficiente até o fluido sair completamente limpo na outra extremidade.
limpeza do sistema de ar condicionado carro

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O que é um radiador e um termostato

Um componente importante no sistema de arrefecimento, o radiador é um trocador de calor ele é constituído por uma porção de cavidades. no seu interior passa a água quente e por fora o ar. O ar está frio e esfria a água. Os radiadores são constituídos em diversos estilos, mas a única diferença que existe mesmo é o tipo de célula de água que se utiliza. Sempre a água passa por um lado da célula e o ar, pelo outro.

Nesse sistema existe um tipo de radiador chamado colméia (ninho de abelha), nome que recebeu por causa do seu formato. Outro tipo de radiador é o que é constituído por tubos com aletas. Os tubos de água passam através de uma série de lâminas, denominadas aletas.

Na maioria das vezes, o mecânico de automóvel não é solicitado para fazer reparos complexos no radiador. Esses reparos exigem equipamentos especiais para trabalho com chapa de metal,tais como solda a oxigênio, ferro de soldar, medidor de pressão e tanque.

Dessa forma, não se trata de serviço difícil, mas exige um equipamento que não compensa a uma oficina ter, a menos que exista bastante serviço relacionado com seu emprego. Convém, por isso, nesses casos, entregar o serviço a uma oficina mecânica especializada, que só trabalhe com esse tipo de serviço e que, por conseguinte, tenha todo o equipamento necessário.

Termostato no sistema de arrefecimento

Nota-se que há uma temperatura boa para o motor trabalhar. Se o motor superaquece, há risco de "engripamento". Se o motor está frio, a carburação não se processa adequadamente e a combustão não é boa. Quando o motor trabalha na temperatura certa,tudo transcorre normalmente e o rendimento é satisfatório.

No caso do resfriamento, um aperfeiçoamento adicional que se faz é colocar as peças no circuito de refrigeração. Sua finalidade é controlar melhor a temperatura da água,para que ela trabalhe o mais possível na temperatura desejada. Essa peça se chama termostato (ou válvula termostática ), nome que significa "temperatura estabilizada". Na verdade, ele não mantém a temperatura invariável, mas permite a variação numa faixa de temperaturas boas para o motor.

O termostato opera quando a água de resfriamento está muito fria. Nesse caso. O termostato fecha a passagem de água que vai para o radiador e obriga a água a voltar para o motor. Resultado: a água não será resfriada; pelo contrário, será aquecida mais depressa. Quando a temperatura da água atinge o valor desejado, o termostato abre a passagem do radiador. A água então vai para o radiador, onde é resfriada, e a temperatura se mantém.

O termostato é basicamente de uma sanfona e uma válvula. Quando dizemos sanfona é porque a peça possui mesmo esse formato, como o de um acordeon, que pode esticar e encolher, conforme entre ou saia ar. Dentro do termostato existe um líquido, que se vaporiza quando a temperatura da água atinge o valor desejado.

Existe termostato no qual está marcado o número 70. Significa que esse termostato abre quando a temperatura da água está por volta desse valor (68ºC a 72ºC) e deve estar totalmente aberto, quando a temperatura atinge 78ºC. Um termostato marcado com número 80 significa que abre por volta desse valor (78ºC a 82ºC) e deve estar totalmente aberto, quando a temperatura atinge 90ºC. Quando a temperatura atinge o valor a que nos referimos, o líquido que está dentro da sanfona vaporiza, ou seja, se torna vapor. Como resultado, a sanfona se estica e abre a válvula que dá passagem a água. Mais tarde,quando se desligar o motor e a água tornar a esfriar-se, o vapor dentro do termostato novamente virará líquido e a sanfona encolherá, fechando a passagem da água.

Para testar um termostato leve o seu veículo a uma oficina mecânica, lá coloque-o dentro de um recipiente com água a 17ºC , aproximadamente. Agite a água, para que a temperatura fique uniforme. O termostato deve estar então completamente fechado. A seguir, aqueça-o num banho até a temperatura indicada no próprio termostato. Agite a água, para que a temperatura fique uniforme. O termostato deve estar então completamente aberto. Se o termostato não comportar adequadamente, substitua-o por um novo, com as mesmas características serviço que um centro automotivo pode executar muito bem..

domingo, 6 de janeiro de 2013

Funcionamento de um sistema de arrefecimento automotivo

Vamos tratar aqui dos componentes do sistema de ar condicionado automotivo, mais precisamente do sistema de arrefecimento, pois existem dois tipos de sistemas de arrefecimento automotivo: sistemas de arrefecimento por água e por ar.

No ar condicionado automotivo os sistemas que fazem uso da água podem ser abertos ou fechados, sendo estes últimos os que correspondem ao presente estudo. O sistema de arrefecimento automotivo a água é formado pelos seguintes componentes principais:

Passagens de fluido no bloco de cilindros ou jaqueta do motor.

Radiador.

Bomba do líquido de arrefecimento.

Termostato.

Além destes componentes, também fazem parte do mesmo o ventilador e as mangueiras de conexão. A Figura mostra um esquema do circuito do sistema de arrefecimento automotivo com as partes mencionadas.
Esse esquema também pode ser observado, quando o carro esta fazendo revisão em um centro automotivo e encontra se aberto
sistema ar condicionado automotivo

O funcionamento do sistema de arrefecimento pode ser descrito da seguinte maneira:
1. O FDA (Fluido de Arrefecimento) é bombeado desde a parte inferior do radiador e forçado a circular ao redor das paredes e do cabeçote.
2. Depois de trocar calor com o bloco de cilindros, o FDA circula através da mangueira superior do radiador e chega até o tanque superior.
3. O FDA é resfriado pelo ar que atravessa a colméia do radiador e desce até a mangueira inferior do radiador.
4. Finalmente, o FDA a baixa temperatura circula da mangueira inferior à bomba para começar um novo ciclo.
Embora seja desejável retirar a maior quantidade de calor residual das partes do motor, com o propósito de melhorar a sua eficiência volumétrica, um excesso de resfriamento pode provocar uma inconveniente mistura de óleo e combustível não vaporizado. Portanto, somente uma faixa apropriada de temperaturas pode permitir resultados satisfatórios à operação do motor e o profissional capaz de avaliar essas faixas encontra se em uma oficina mecânica de qualidade.
Quando o FDA é água, a faixa de temperatura usual está entre 75 °C e 90 °C, com o objetivo de evitar a vaporização do fluido. Com o uso de misturas água – etileno glicol essa faixa de temperaturas pode facilmente superar os 100 °C. Para sistemas pressurizados estes valores sobem.


sábado, 29 de dezembro de 2012

Inicio de férias é hora de revisão

O motorista consciente e inteligente sabe que a revisão preventiva do veículo é fundamental para que problemas com o veículo não atrapalhem os planos das férias que não deve começar antes de uma visita a uma oficina mecânica para verificar se está tudo ok com seu carro. Entretanto, e depois que começa as férias? Uma boa revisão antes de iniciar as viagens pode evitar gastos extras e dores de cabeça. Além de levar o carro para manutenções periódicas, cuja frequência varia de acordo com o modelo (essa informação consta no manual do veículo), o proprietário deve ficar atento a problemas que podem ser causados por fatores externos.

 Os mais importantes itens que devem ser verificados nesse tipo de revisão são os freios, a parte mecânica, velas, filtros de ar, esticadores de correias, sistemas de ignição e alimentação. “Quando o carro que habitualmente é usado na cidade vai para uma área rural ou de muita maresia, pode haver problemas com o filtro de ar, que pode ficar entupido, e com a correia dentada. Assim também, principalmente antes de viagens longas, é importante levar o carro a um mecânico de confiança. “Alguns itens precisam ser revisados após uma quilometragem rodada mais alta, mas outros se desgastam mais rápido e podem ficar danificados após as viagens, quando o carro normalmente anda mais”.

 Os veículos que ficam parados durante todas as férias também precisam de cuidados específicos, já que os líquidos (combustível, óleo e água do radiador) envelhecem e podem prejudicar alguns mecanismos. A gasolina, por exemplo, pode perder algumas de suas características químicas e entupir bicos injetores. Os pneus devem ser cuidadosamente calibrados e os dutos do ar condicionado devem ser limpos, já que pode haver acúmulo de sujeira devido à umidade.
Nesse situação o mais indicado é que antes de voltar a utilizar o carro leve o a um centro automotivo que verificara se não houve danos pelo carro ter ficado esse período parado.




quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Emissões de dióxido de carbono, necessidade ambiental


Governos consideram acelerar a redução no uso de carbonos (HCFC), químicos utilizados para substituir a substância conhecida como CFC, mais danosas ao ozônio. A proposta foi apresentada em uma reunião internacional em Montreal, Canadá. Novas avaliações técnico-científicas indicam que deixar de utilizar os HCFCs e seus subprodutos fará mais do que auxiliar na recuperação da camada de ozônio. A aceleração na redução do uso dessas substâncias também contribuirá significativamente para o enfrentamento de outro importante desafio ambiental: as mudanças climáticas. Nove países desenvolvidos e em desenvolvimento – um número recorde de adesões – apresentaram seis propostas diferentes que serão debatidas por até 191 partes e governos no encontro a ser realizado na cidade canadense entre 17 e 21 de setembro

. As negociações ocorrerão durante as celebrações do 20º aniversário do tratado mundial sobre ozônio, o Protocolo de Montreal. O Protocolo foi uma resposta à crescente preocupação internacional quanto ao surgimento de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida, a partir do uso de substâncias redutoras da concentração de ozônio em produtos que abrangem desde latas de spray a equipamentos de combate a incêndio. Os HCFCs, promovidos por mais de uma década como substâncias menos danosas do que os CFCs tornaram-se populares em produtos como sistemas de refrigeração, ar-condicionado e espumas. Sob o Protocolo de Montreal, o tratado das Nações Unidas adotado em 1987 para a proteção da camada de ozônio, os HCFCs devem estar em desuso até 2030 nos países desenvolvidos, e até 2040 nos países em desenvolvimento. Entretanto, cientistas e diversos governos estão estudando uma série de opções para desencorajar mais rapidamente o consumo e a produção desses químicos substitutos e antecipar a fase de inutilização em cerca de dez anos.

 As pesquisas apontam que a aceleração na redução do uso de HCFCs pode diminuir cumulativamente as emissões de dióxido de carbono em 18 a 25 bilhões de toneladas métricas (18 a 25 gigatoneladas) durante as próximas décadas, dependendo do sucesso dos governos em encorajar novas alternativas de menor prejuízo ao ozônio e ao clima. A redução representa anualmente um corte que equivale a mais de 3,5 por cento de todas as emissões de gases causadores do efeito estufa no mundo.