Com a estação do verão que é época de calor e com o calor o sistema de ar condicionado automotivo, antes tratado como um mero opcional, presente apenas em automóveis de luxo, tem em nossa época se tornado item obrigatório não somente em carros leves de passeio como também em veículos mais pesados de carga. Também não somente podemos referenciar o conforto é otimizado, mas também a segurança do ocupante. Isso pode ser explicado pelo fato de que os vidros são mantidos fechados, minimizando a ação de ladrões e minimizando também o estresse térmico do motorista, aumentando consequentemente seu nível de alerta no trânsito. Contudo o estresse térmico como "o resultado de condições microclimáticas desfavoráveis que requerem a intervenção do sistema termoregulador”. É citado ainda que, o estresse térmico pode levar à morte, se a exposição à um ambiente quente for excessiva. O automóvel tem passado de mero meio de transporte, para uma extensão do lar das pessoas, uma vez que é comum um indivíduo passar mais de 2 horas diárias dentro de um automóvel, nas grandes cidades. Por esse motivo, tem havido um crescente esforço no sentido de atender aos requisitos de conforto dos ocupantes. Assim exite uma situação muito frequente nessa época é se você deixou seu carro estacionado ao ar livre debaixo de um sol de 40°. Fica quase impossível de entrar no veículo, não é verdade? Sem contar que quem vive nas grandes cidades não tem alternativa a não ser andar com os vidros fechados. No verão, as altas temperaturas aumentam o calor no interior dos automóveis e o resultado não são apenas desconfortos momentâneos. Se não forem tomados sérios cuidados, transitar de carro pela cidade em dias quentes pode ser um grande risco à saúde. O nível no trânsito de stress das pessoas, então mantenha a calma, respire fundo e tenha cautela no trânsito e em tempos secos e de calor elevado o cuidado com sua saúde e bem estar devem ser observados e levados em consideração para evitar dores de cabeça futuras.
Por isso sempre leve seu carro para fazer uma manutenção preventiva em um centro automotivo para ele está sempre em ordem.
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Calor e stress pode trazer desconfortos sérios ao motorista
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domingo, 23 de dezembro de 2012
Gás refrigerante R-134ª no ar condicionado do carro
O gás refrigerante R-134ª (1,1,1,2-Tetrafluoretano) tem propriedades físicas e
termodinâmicas similares ao R-12. Pertence ao grupo dos HFC’s Fluorcarbonos
parcialmente halogenados, com potencial de destruição do ozônio (ODP) igual
a zero, devido ao menor tempo de vida na atmosfera, apresenta uma redução
no potencial de efeito estufa de 90% comparado ao R-12. Além disso, é não
inflamável, não tóxico, possui alta estabilidade térmica e química, tem
compatibilidade com os materiais utilizados e tem propriedades físicas e
termodinâmicas adequadas.
A Hoescht e a DuPont, grandes fabricantes de fluidos frigoríficos,
produzem o R-134ª, sendo que a segunda começou produzindo quantidades
comerciais em 50 dezembro de 1990 em Corpus Christ, Texas (Estados
Unidos). O gas R-134ª é similar ao R-12, sendo compatível com todos os metais e
ligas normalmente utilizados nos equipamentos de refrigeração. Deve-se evitar
o uso de zinco, magnésio, chumbo e ligas de alumínio com mais de 2% de
magnésio em massa.
Testes de armazenamento com refrigerante úmido apresentaram boa
estabilidade à hidrólise e nenhum ataque corrosivo em metais como aço
inoxidável, cobre, latão e alumínio.
O R-134ª é isento de cloro e, por isso, apresenta boa compatibilidade
com elastômeros. Os testes de extração com diversos materiais normalmente
utilizados como CR (cloroprene), NBR (acrilonitrilobutadieno) e NEM (HNBR)
resultaram em baixa alteração de volume e mínima quantidade de extrato.
Borrachas fluoradas dos tipos FKM/FPM não são recomendadas para uso devido
à um significante aumento de volume e formação de bolhas. Se o sistema não
contiver óleo mineral, podem ser utilizadas borrachas do tipo EPDM. Como o
refrigerante não é o único fluido no 51 sistema de refrigeração, a
compatibilidade mencionada deve ser avaliada em conjunto com o lubrificante
do compressor.
O R-134ª não forma misturas inflamáveis com o ar sob condições
normais a pressão atmosférica mas, a flamabilidade pode ocorrer a pressão
acima da atmosférica se a mistura exceder a 60% de ar. Este refrigerante não
deve ser usado junto com ar ou oxigênio para o caso de pressurização do
sistema em teste de vazamento.
As propriedades toxicológicas do R-134ª foram testadas pelo PAFT I
(Programme for Alternative Fluorcarbon Toxicity Testing), Programa para Teste
de Toxidade de Fluorcarbonos Alternativos, que é um consórcio financiado
pelos maiores produtores mundiais de refrigerantes. Os resultados indicam que
o mesmo é um produto tão seguro quanto o R-12 ou mais, podendo ser
utilizado em todas as aplicações na área de refrigeração.
Fruídos refrigerantes no ar condicionado
São as substâncias empregadas como veículos térmicos na realização
dos ciclos de refrigeração, ou seja, fluído refrigerante é a substância que
absorve calor de um ambiente a ser refrigerado. Processo através do qual se
realiza essa troca de calor é chamada de refrigeração ou condicionamento de
ar e funcionam normalmente no interior do ar condicionado automotivo. Trata-se de fluídos que além de outras características, tem um baixo ponto
de ebulição a pressão atmosférica
Características desejáveis de um refrigerante:
Pressão de vaporização não muito baixa. É desejável que o refrigerante apresente uma pressão correspondente à
temperatura de vaporização não muito baixa, para evitar vácuo elevado no
evaporador e também, um valor baixo da eficiência volumétrica do compressor
devido à grande relação de compressão.
Pressão de condensação não muito elevada. Para uma dada temperatura de condensação, que é função da
temperatura da água ou do ar de resfriamento, quanto menor for a pressão de
condensação do refrigerante, menor será a relação de compressão e, portanto,
melhor o desempenho do compressor. Além disso, se a pressão no lado de alta
pressão do ciclo de refrigeração for relativamente baixa, esta característica
favorece a segurança da instalação.
Calor latente de vaporização elevado; Se o refrigerante tiver um alto calor latente de vaporização, será necessário menor vazão do refrigerante para uma dada capacidade de refrigeração para não danificar o aparelho de ar condicionado automotivo. Volume específico reduzido (especialmente na fase vapor). Se o refrigerante apresentar um alto valor do calor latente de vaporização e um pequeno volume específico, na fase de vapor, a vazão em volume no compressor será pequena e o tamanho da unidade de refrigeração será menor, para uma dada capacidade de refrigeração. Entretanto, em alguns casos de unidades pequenas de resfriamento de água com compressor centrífugo, é às vezes preferível que o refrigerante apresente valores elevados do volume específico, devido à necessidade de aumentar a vazão volumétrica do vapor de refrigerante no compressor, tendo em vista impedir a diminuição de eficiência do compressor centrífugo. Coeficiente de performance elevado; O refrigerante utilizado deve gerar um coeficiente de performance elevado pois o custo de operação está essencialmente relacionado a este coeficiente. Condutibilidade térmica elevada; Um valor elevado da condutibilidade térmica do refrigerante é importante na melhoria das propriedades de transferência de calor. Baixa viscosidade na fase líquida e gasosa; Devido ao pequeno atrito fluido dos refrigerantes pouco viscosos, as perdas de carga serão menores. Baixa constante dielétrica, grande resistência elétrica e característica de não-corrosão dos materiais isolantes elétricos. Estas características são especialmente importantes para aqueles refrigerantes utilizados em ciclos de refrigeração com compressores herméticos.
Calor latente de vaporização elevado; Se o refrigerante tiver um alto calor latente de vaporização, será necessário menor vazão do refrigerante para uma dada capacidade de refrigeração para não danificar o aparelho de ar condicionado automotivo. Volume específico reduzido (especialmente na fase vapor). Se o refrigerante apresentar um alto valor do calor latente de vaporização e um pequeno volume específico, na fase de vapor, a vazão em volume no compressor será pequena e o tamanho da unidade de refrigeração será menor, para uma dada capacidade de refrigeração. Entretanto, em alguns casos de unidades pequenas de resfriamento de água com compressor centrífugo, é às vezes preferível que o refrigerante apresente valores elevados do volume específico, devido à necessidade de aumentar a vazão volumétrica do vapor de refrigerante no compressor, tendo em vista impedir a diminuição de eficiência do compressor centrífugo. Coeficiente de performance elevado; O refrigerante utilizado deve gerar um coeficiente de performance elevado pois o custo de operação está essencialmente relacionado a este coeficiente. Condutibilidade térmica elevada; Um valor elevado da condutibilidade térmica do refrigerante é importante na melhoria das propriedades de transferência de calor. Baixa viscosidade na fase líquida e gasosa; Devido ao pequeno atrito fluido dos refrigerantes pouco viscosos, as perdas de carga serão menores. Baixa constante dielétrica, grande resistência elétrica e característica de não-corrosão dos materiais isolantes elétricos. Estas características são especialmente importantes para aqueles refrigerantes utilizados em ciclos de refrigeração com compressores herméticos.
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sábado, 22 de dezembro de 2012
Conforto e segurança com ar condicionado automotivo
O sistema de ar condicionado veicular não somente possui a função de prover conforto
térmico aos ocupantes do veículo. Através do controle de temperatura e umidade do
habitáculo, o sistema de ar condicionado aumenta o nível de alerta do motorista e a segurança dos ocupantes, mantendo os vidros fechados do veículo, um sistema de ar condicionado compreende quatro distintas funções: controle de temperatura, controle de umidade, controle de circulação e ventilação de ar e limpeza do ar.
Ao contrário do que se geralmente se pensa, um sistema de ar condicionado automotivo possui não
somente o sistema de refrigeração, mas também outros subconjuntos que trabalham em
conjunto para promover o funcionamento do sistema completo.
O sistema de ar condicionado, antes tratado como um mero opcional, presente apenas em automóveis de luxo, tem se tornado item obrigatório não somente em veículos leves de passeio como também em veículos pesados de carga. Não somente o conforto é otimizado, mas também a segurança do ocupante. Isso pode ser explicado pelo fato de que os vidros são mantidos fechados, minimizando a ação de ladrões e minimizando também o estresse térmico do motorista, aumentando consequentemente seu nível de alerta no trânsito. Desta forma, o automóvel tem passado de mero meio de transporte, para uma extensão do lar das pessoas, uma vez que é comum um indivíduo passar mais de 2 horas diárias dentro de um automóvel, nas grandes cidades. Por esse motivo, tem havido um crescente esforço no sentido de atender aos requisitos de conforto dos ocupantes. Estudos ergonômicos relacionados ao posicionamento dos assentos e localização de comandos, são exemplos de tentativas de minimizar o estresse do ocupante durante a utilização do automóvel. Uma outra ramificação de estudo focada na minimização do estresse do ocupante diz respeito à climatização veicular, realizado convencionalmente através de um sistema de ar condicionado, adaptado à automóveis. dessa forma o estresse térmico como “o resultado de condições microclimáticas desfavoráveis que requerem a intervenção do sistema termo regulador”. É citado ainda que, o estresse térmico pode levar à morte, se a exposição à um ambiente quente ou frio for excessiva.
O sistema de ar condicionado, antes tratado como um mero opcional, presente apenas em automóveis de luxo, tem se tornado item obrigatório não somente em veículos leves de passeio como também em veículos pesados de carga. Não somente o conforto é otimizado, mas também a segurança do ocupante. Isso pode ser explicado pelo fato de que os vidros são mantidos fechados, minimizando a ação de ladrões e minimizando também o estresse térmico do motorista, aumentando consequentemente seu nível de alerta no trânsito. Desta forma, o automóvel tem passado de mero meio de transporte, para uma extensão do lar das pessoas, uma vez que é comum um indivíduo passar mais de 2 horas diárias dentro de um automóvel, nas grandes cidades. Por esse motivo, tem havido um crescente esforço no sentido de atender aos requisitos de conforto dos ocupantes. Estudos ergonômicos relacionados ao posicionamento dos assentos e localização de comandos, são exemplos de tentativas de minimizar o estresse do ocupante durante a utilização do automóvel. Uma outra ramificação de estudo focada na minimização do estresse do ocupante diz respeito à climatização veicular, realizado convencionalmente através de um sistema de ar condicionado, adaptado à automóveis. dessa forma o estresse térmico como “o resultado de condições microclimáticas desfavoráveis que requerem a intervenção do sistema termo regulador”. É citado ainda que, o estresse térmico pode levar à morte, se a exposição à um ambiente quente ou frio for excessiva.
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Função do compressor no ar condicionado automotivo
O compressor do sistema de ar condicionado automotivo tem a função de circulação do gás no interior do sistema, além disso o compressor pode ser considerado o coração do sistema.
Tem como finalidade comprimir o gás refrigerante do sistema que foi retransmitido na forma gasosa à baixa pressão, liberando-o na forma gasosa à alta pressão, através de pistões, palhetas ou espiral internos. A elevação da pressão é fundamental para o processo de expansão e refrigeração, e para que possa ocorrer a rejeição de calor no condensador. Impulsionado através de polias tracionado por correia pelo motor do veículo. As correias e polias podem ser do tipo V ou poli V, podendo haver ainda polias de desvio e esticadoras.
Essa peça é usada no sistema de ar condicionado automotivo e é muito importante, já que sem ela o ar condicionado não funciona
Tem como finalidade comprimir o gás refrigerante do sistema que foi retransmitido na forma gasosa à baixa pressão, liberando-o na forma gasosa à alta pressão, através de pistões, palhetas ou espiral internos. A elevação da pressão é fundamental para o processo de expansão e refrigeração, e para que possa ocorrer a rejeição de calor no condensador. Impulsionado através de polias tracionado por correia pelo motor do veículo. As correias e polias podem ser do tipo V ou poli V, podendo haver ainda polias de desvio e esticadoras.
Essa peça é usada no sistema de ar condicionado automotivo e é muito importante, já que sem ela o ar condicionado não funciona
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Emissões de dióxido de carbono, necessidade ambiental
Governos consideram acelerar a redução no uso de carbonos (HCFC), químicos utilizados para substituir a substância conhecida como CFC, mais danosas ao ozônio. A proposta foi apresentada em uma reunião internacional em Montreal, Canadá. Novas avaliações técnico-científicas indicam que deixar de utilizar os HCFCs e seus subprodutos fará mais do que auxiliar na recuperação da camada de ozônio. A aceleração na redução do uso dessas substâncias também contribuirá significativamente para o enfrentamento de outro importante desafio ambiental: as mudanças climáticas. Nove países desenvolvidos e em desenvolvimento – um número recorde de adesões – apresentaram seis propostas diferentes que serão debatidas por até 191 partes e governos no encontro a ser realizado na cidade canadense entre 17 e 21 de setembro
. As negociações ocorrerão durante as celebrações do 20º aniversário do tratado mundial sobre ozônio, o Protocolo de Montreal. O Protocolo foi uma resposta à crescente preocupação internacional quanto ao surgimento de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida, a partir do uso de substâncias redutoras da concentração de ozônio em produtos que abrangem desde latas de spray a equipamentos de combate a incêndio. Os HCFCs, promovidos por mais de uma década como substâncias menos danosas do que os CFCs tornaram-se populares em produtos como sistemas de refrigeração, ar-condicionado e espumas. Sob o Protocolo de Montreal, o tratado das Nações Unidas adotado em 1987 para a proteção da camada de ozônio, os HCFCs devem estar em desuso até 2030 nos países desenvolvidos, e até 2040 nos países em desenvolvimento. Entretanto, cientistas e diversos governos estão estudando uma série de opções para desencorajar mais rapidamente o consumo e a produção desses químicos substitutos e antecipar a fase de inutilização em cerca de dez anos.
As pesquisas apontam que a aceleração na redução do uso de HCFCs pode diminuir cumulativamente as emissões de dióxido de carbono em 18 a 25 bilhões de toneladas métricas (18 a 25 gigatoneladas) durante as próximas décadas, dependendo do sucesso dos governos em encorajar novas alternativas de menor prejuízo ao ozônio e ao clima. A redução representa anualmente um corte que equivale a mais de 3,5 por cento de todas as emissões de gases causadores do efeito estufa no mundo.
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Fluídos refrigerantes naturais
Fluídos refrigerantes naturais que fazem parte do sistema de ar condicionado automotivo:
Os hidrocarbonetos, a amônia, CO2, água e ar, fazem parte de um grupo de substancias chamado de “refrigerantes naturais”.
Todos "refrigerantes naturais" existem em ciclos materiais da natureza mesmo sem interferência humana
Evolução e inovações tecnológicas ajudaram a considerar os refrigerantes naturais como uma solução segura econômica para determinadas aplicações.
Sistemas de refrigeração com "refrigerantes naturais" deverão ter um papel cada vez mais importante no futuro como soluções técnicas.
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